terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Sobre pessoas queridas: minhas demoiselles

Com todas elas, não foi amizade à primeira vista. Não que tenha rolado antipatia (rs), mas quando conheci as 4, nos tornamos apenas colegas de curso: Jack e Leylla, na graduação; Thi e Dani, no mestrado.

Não sei se é isso que torna nossas amizades especiais, o fato de terem sido construídas ao longo do tempo: nos momentos de alegria, risadas, mas também nas adversidades, nos momentos de lágrimas... Mas o que importa é que elas ficaram.


Ficaram mesmo depois de terminado o curso de Jornalismo, quando cada uma foi pro seu lado e quando deixamos de nos ver diariamente. E mesmo passando meeeeses sem se ver, diiiiiias sem trocar mensagens, quando a saudade bate e nossos corações se encontram novamente, percebemos que continuamos as mesmas meninas que sonham, riem e choram juntas.

Pré-formatura: Leylla, Jack, Renata e eu. Foto: Anderson Coelho

Ficaram mesmo depois de defendida a desesperadora dissertação, quando descobrimos que a gente estava junto não só pela dificuldade do momento, mas porque percebemos que juntos somos mais. E porque sabemos que podemos dar risadas largas e chorar copiosamente SEM TER MEDO DE SER FELIZ, sem se envergonhar por isso.

 Em Curuçá: Dani, Thiane e eu

Vocês quatro são daquelas que a gente leva para a nossa casa – todas já provaram da comidinha da Dona Deize, já são “de casa” mesmo. E daquelas que a gente quer levar sempre por perto, abrigadas dentro de nós.