Com todas
elas, não foi amizade à primeira vista. Não que tenha rolado antipatia (rs), mas
quando conheci as 4, nos tornamos apenas colegas de curso: Jack e Leylla, na
graduação; Thi e Dani, no mestrado.
Não sei se é
isso que torna nossas amizades especiais, o fato de terem sido construídas ao
longo do tempo: nos momentos de alegria, risadas, mas também nas adversidades,
nos momentos de lágrimas... Mas o que importa é que elas ficaram.
Ficaram
mesmo depois de terminado o curso de Jornalismo, quando cada uma foi pro seu
lado e quando deixamos de nos ver diariamente. E mesmo passando meeeeses sem se
ver, diiiiiias sem trocar mensagens, quando a saudade bate e nossos corações se
encontram novamente, percebemos que continuamos as mesmas meninas que sonham,
riem e choram juntas.
Pré-formatura: Leylla, Jack, Renata e eu. Foto: Anderson Coelho
Ficaram
mesmo depois de defendida a desesperadora dissertação, quando descobrimos que a
gente estava junto não só pela dificuldade do momento, mas porque percebemos
que juntos somos mais. E porque sabemos que podemos dar risadas largas e chorar
copiosamente SEM TER MEDO DE SER FELIZ, sem se envergonhar por isso.
Em Curuçá: Dani, Thiane e eu
Vocês quatro
são daquelas que a gente leva para a nossa casa – todas já provaram da
comidinha da Dona Deize, já são “de casa” mesmo. E daquelas que a gente quer
levar sempre por perto, abrigadas dentro de nós.